A.·. A.·.
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Estudante

Liber Tvrris vel Domvs Dei

Sub figura XVI

Selo da A.·.A.·.

A.·.A.·.

Publicação em Classe B

Imprimatur: N. Fra. A. · . A. · .

 

0 - Esta é uma prática muito difícil. O estudante não pode esperar por sucesso a menos que tenha dominado Asana e obtido êxito nas práticas meditativas de Liber E e Liber HHH.

Por outro lado, qualquer sucesso nesta prática é de caráter elevado e o estudante fica menos susceptível a ilusão e a auto-enganar-se nesta do que em qualquer outra que Nos foi dada a conhecer.

1. Primeiro Ponto: o Estudante deverá descobrir por si o local aparente em seu cérebro de onde os pensamentos surgem, se existir tal local.

Caso não exista, deverá procurar a localização do ponto onde tais pensamentos são avaliados.

2. Segundo Ponto: ele deve desenvolver em si uma Vontade Destruidora, como uma Vontade Aniquiladora. Pode ser que a sua descoberta ocorra em uma distância incomensurável do seu corpo físico. Ele deve alcança-la e identificar-se com ela até a perda de si mesmo.

3. Terceiro Ponto: que essa Vontade observe atentamente o ponto onde os pensamentos surgem ou onde eles são avaliados e aniquile-os ao percebê-los ou avalia-los.

4. Quarto Ponto: que cada pensamento seja inibido em seu início.

5. Quinto Ponto: que até mesmo as causas ou tendências que não verificadas a fundo em pensamentos sejam descobertas e aniquiladas.

6. Sexto e Último Ponto: que a real Causa de Tudo seja desmascarada e aniquilada.

7. Isso é o que foi dito pelo sábios de outrora em relação a destruição do mundo pelo fogo; sim, a destruição do mundo pelo fogo.

8. Que o Estudante lembre-se que cada Ponto representa uma conquista de grande dificuldade.

9. Que ele não avance ao segundo sem que esteja satisfeito com o domínio do primeiro.

10. Esta prática também foi referenciada por Frater P. na parábola a seguir:

11. Tolo é o reduto de larápios, imerso em ódio;
Ladrão estrangulando ladrão e parceiro em guerra com parceiro;
Perante selvagens invasores, tudo deixado a Esmo!

Nem bem estar nem felicidade
Humanidade é covardia e virtude pecado.
Trevas intoleráveis envolvendo-na.

Não possui o coração do inferno tão nociva sombra;
Ainda inofensivo e ileso e impávido,
Pinhas na prisão dela uma jovem imaculada.

Escrito pelo mago mestre ao sabor do desejo dele,
Ela confunde a sedução dele com ira,
Orando ao fogo que tudo aniquila de Deus.

O Senhor das Hostes ouviu a musica dela:
O Senhor das Hostes irado pelo erro dela.
Ele soltou o cão celestial de sua amarra.

Violenta e vividamente golpeou o relâmpago.
Uma vez que a torre balançou rachando sob o seu chicote,
Inflamou-se eternamente; cinzas;

Porém o mesmo foco que reprimiu o ataque do ladrão,
E tirou casa ser da luxúria e da vida,
Fez da jovem donzela uma esposa.

12. E assim:

13. Existe um poco ante o Grande Trono Branco
Entupido com entulhos do passado;
Brita e argila e sedimentos e pedra,
Deleite de lagartos e desespero dos sábios.

Apenas o raio de Sua mão que pousa,
E pousará quando o tirano usurpador tombar,
Pode purgar esse deserto de vontades e inteligência,
Que jorre a fonte nos salões eternos.

14. E assim:

15. Enxofre, Sal e Mercúrio:
Qual seria o mestre dos três?

Sal é a Senhora do Mar;
O Senhor do Ar é Mercúrio.

Pela graça de Deus eis o sal
Atado na abóbada violeta.

E pelo amor de Deus purgá-lo
Com o nosso vero orvalho Hermético

Por Deus em quem confiamos
Seja o nosso sábio sal queimado.

Finalmente o Olho verá
Três em Um e Um em Três,

Enxofre, Sal e Mercúrio,
Coroados pela Alquimia Celestial!

Para o Um que enviou o Sete
Glória no Mais Alto Céu

Aso Sete que são Dez
Glória sob a Terra, Amen!

16. E das dificuldades desta prática e dos Resultados que beneficiam, que sejam descobertos pelo correto Ingenium do Practicus

Tradução: Frater Keron-E

 

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