A.·. A.·.
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Estudante

Liber CADAVERIS

Svb figvra CXX

sigilum sanctum aa

A.·.A.·.

Publicação em Classe D

Imprimatur:
D.D.S. Praemonstrator
O.S.V. Imperator
N.S.F. Cancellarius.

 

Este Ritual, oriundo dos diários de Crowley, tem a numeração de Líber CXX, Samekh.
Em relação às direções existem várias diferenças que não deixam claro se ele queria utilizar as orientações originais atribuídas aos elementos: Leste - Ar, Sul - Fogo, Oeste - Água, Norte – Terra – como implícito em Liber Samekh e utilizado no Ritual Menor do Pentagrama, Rubi Estrela e outros.; ou as Direções dos Signos Querúbicos (como nas Estações Planetárias) ): Leste - Fogo, Sul - Terra, Oeste - Ar, Norte – Água – usado no Ritual Maior do Hexagrama, Safira Estrela e outros; ou até mesmo nas direções de LIber Reguli: Norte - Ar, Sul - Fogo, Leste - Terra, Oeste - Água.

O único conjunto de direções que coaduna com a ordem do Encantamento (ignorando as diferenças) seguindo a ordem do verso é o das Direções Elementais a qual usei.
O único conjunto de direções que concorda com o fim do Encantamento em si (ignorando os limites sobre as direções) e segue na ordem do verso a ser dito, é aquele das Direções Elementais, que eu usei.

Existem outras lacunas que eu não pretendi preencher, apesar da obviedade em fazê-lo. Crowley enviou este Ritual para o Frater Semper Peratus como parte do material envolvendo a Ordem camada “A Ordem dos Thelemitas”.
Na Ordem dos Thelemitas (como contido em Liber AL vel Legis) existem três graus: o Eremita, o Amante e o Homem da Terra. Em todos os documentos oficiais da Ordem existem referências ao Magister, Adeptus e Zelator.

Os requisitos para passar do Grau de Zelator para o Grau de Adeptus são os relativos ao cumprimento regular do treino da A.´.A.´. até o Grau de Adeptus. Os relativos do Adeptus para o Magister têm como mínimo ser um Senhor dos Caminhos da Cripta dos Adeptus, ter 11 anos como um Adpetus, que tenha concluído o Grau de Bebê do Abismo na A.´.A.´. e longe de qualquer trabalho envolvendo grupos. Havia outros requistos mais rigorosos que precisavam ser cumpridos de acordo com a Constituição: formulários, juramentos e outros trabalhos. Alguns papéis foram anexados a este que inclui a abertura e o fechamento do Templo bem como o Ritual de Iniciação do Zelator – que deveria ser realizado sob quatro visões distintas.

Esse eram:

Plano A: Abertura, Fechamento e Iniciação do Ritual do Zelator (este documento).
Plano B: A forma de Iniciação dos Adeptos (e já explicado que não haveria Iniciação para Magister).
Plano C: Fornece as Condições pelas quais os Magister indicam Adeptos para auxiliar Zelators salientando que o plano geral da O.T.O. deveria ser apresentado a todos os membros da Ordem
.

ABERTURA:


(Participantes reunidos, trajados e sentados)

O Hierofante entra.

(Todos de pé o saúdam) A "Cerimônia do Reconhecimento" começa. E todos, um por um, mostrarão A Marca da Besta na entrada do Templo para que o seu Guardião não os julgue mal.

Todas as palavras e números confirmados, (dito pelo Hierofante ou o Magus):
"ABRAHADABRA. Saudações a ti, Heru-Ra-Ha, Ra-Hoor, ABRAHADABRA Senhor do Dia!

As Trevas do Sol afundam-se nas águas de Amentet. Que os Senhores do Silêncio reunam-se!"

www-wwww-www

(Ele bate, Ele se ergue e faz os 3 sinais de…

Pegando a arma com a qual ele trabalhará, e se puder assistido por uma criança, será dirigida ao centro e dirá:

"Eu estou armado! Eu estou armado! Eu sou forte! Eu sou forte!"

[Ele se dirige para o Oeste onde habitam as Ondinas]

"Com a minha baqueta eu afasto os seres das águas!"

[Ele se dirige para o Sul onde habitam as Salamandras]

"Que os seres do Fogo tremam ante o Fogo da minha Espada!"

[Ele se dirige para o Leste onde habitam os Silfos]

"Que os ventos recuem ante o balançar da lança!"

[Ele se dirige para o Norte onde habitam os Gnomos]

"Eu aprisionei os seres da Terra. Que eles aquietem-se na minha presença!"

[Voltando ao centro]

"Eu estou armado! Eu sou forte! Que eles se curvem ante o esplendor de Ra-Hoor-Khuit!"

[Em seguida ele realiza as 4 adorações como ensinadas ao mundo exterior.]

          Eu sou o Senhor de Tebas, e eu
          O vate inspirado de Mentu;
          Para mim desvela o velado céu,
          O sacrificado Ankh-af-na-khonsu
          Cujas palavras são verdade. Eu invoco, eu saúdo
          Tua presença, Ó Ra-Hoor-Khuit!

          Ultimal Unidade demonstrada!
          Eu adoro o poder do Teu alento,
          Supremo e terrível Deus,
          Que fazes com que os deuses e a morte
          Tremam diante de Ti: -
          Eu, Eu adoro a ti!

          Aparece no trono de Ra!
          Abre os caminhos do Khu!
          Ilumina os caminhos do Ka!
          Nas rotas do Khabs percorra,
          Para mover-me ou parar-me!
          Aum! que isto me mate!

          É minha a luz; seus raios consomem-
          Me: fiz uma porta secreta
          No Lar de Ra e Tum,
          De Khephra e de Ahathoor.
          Eu sou teu Tebano, Ó Mentu,
          O profeta Ankh-af-na-khonsu!
          Por Bes-na-Maut bato no peito;
          E por Ta-Nech lanço meu feitiço.
          Mostra teu esplendor estelar, Ó Nuit!
          Abre-me tua Casa para morar,
          Ó alada cobra de luz, Hadit!
          Fique comigo, Ra-Hoor-Kuit!

(Segue-se a dança mística como ensinada em segredo; ou que o Magus trace 11 círculos ao redor da sala, indo contra o curso do Sol, exprimindo o que ele é no caso, a Terra girando)

(Que o hino seja cantado ou o Mantra recitado. Mas antes que ele termine, cantar:)

          Acima, o gemado azul é
          O despido esplendor de Nuit;
          Ela se curva em êxtase para beijar
          Os secretos ardores de Hadit.
          O globo alado, o estrelado azul
          São meus, Ó Ankh-af-na-khonsu!

(Ele, então, vai para o Leste do Trono de Ra e diz:)


          Ultimal Unidade demonstrada!
          Eu adoro o poder do Teu alento,
          Supremo e terrível Deus,
          Que fazes com que os deuses e a morte
          Tremam diante de Ti: -
          Eu, Eu adoro a ti!

(Colocando-se no Oeste ele retoma o seu Trono, assumindo o Poder de Deus & diz:)


          É minha a luz; seus raios consomem-
          Me: fiz uma porta secreta
          No Lar de Ra e Tum,
          De Khephra e de Ahathoor.
          Eu sou teu Tebano, Ó Mentu,
          O profeta Ankh-af-na-khonsu!

(Silêncio)

"ABRAHADABRA www-wwwww-www (Ele bate)"

Fechamento:

"ABRAHADABRA!

Saudações a ti que és Ra no teu Levante! O Disco de Kefra paira sobre as águas de Amentet:é a Hora da Dispersão dos Senhores do Silêncio."

www-wwwww-www (Ele bate)

(Levantando-se, ele faz a cerimônia da mesma maneira, da abertura ao segundo verso da canção chamada de encantamento. Mas ele vai no mesmo sentido do Sol, como deixando a Natureza retomar a sua influência. No Leste do Trono de Rá ele fica e diz:)

"É a Hora da Festa de Ra-Hoor-Khuit"

(Erguendo os bolos do Santo da Luz o sacerdote recita:)

Eu vôo como um falcão! Eu pouso na morada de Aat no festival do Todo Poderoso da luz. Que vivamos com aquilo que os Deuses nos dão & os Khus; que vivamos e obtenhamos poder por destes bolos; que comamos entes os deuses e os Khus; que obtenhamos poder por deste bolos! Vamos comer sob a sombra das folhas de Palmeiras de….., nossa Senhora e Nosso Santo do Céu!

Que a oferenda do Sacrifício (Ele a faz) e a oferenda dos bolos (Ele os ergue) e os vasos da libação (Ele os verte) sejam feitos neles!

A minha cabeça é como a Cabeça de Rá e minhas pernas são fortes como as de Tum.

A minha língua é a língua de Ptá & o meu trono é o Trono de nossa Senhora Ahatoor.

Eu profiro as palavras do meu pai Tum; a serva de Seb é detida e todos curvam-se temerosos ante mim.

Eles me glorificam em seus hinos; divino Cabelo de Seb é o nome onde Eles me invocam para proteger a Terra, cujo Senhor e Deus sou eu. O deus Seb refrescando-me faz de mim o seu…… como o meu próprio.

Os habitantes em Amun inclinam suas cabeças para mim pois eu sou o Senhor deles, o Touro deles.

Eu sou mais poderoso do que os Senhores do Tempo; vou desfrutar dos prazeres do amor e dominar por milhões de anos."

(Ele retoma o Trono de Rá e, como o poder de deus, diz:)


          É minha a luz; seus raios consomem-
          Me: fiz uma porta secreta
          No Lar de Ra e Tum,
          De Khephra e de Ahathoor.
          Eu sou teu Tebano, Ó Mentu,
          O profeta Ankh-af-na-khonsu!

(Levantando-se ele se move para o Oeste ou, como dizem alguns, para o Sul dizendo junto ao sinal:)

"Hathoor, Senhora de Amentet, poderosa habitante na montanha funerária, olho de Rá, que fica ante Ele, beleza de fogo no barco de milhões de anos, sejam eles conosco e que a Tua luz e beleza sejam conosco Teus amantes na Casa da Paz!"

ABRAHADABRA www-wwwww-www (Ele bate)

[Esta abertura e este fechamento do Templo são realizados em todas as ocasiões. Qualquer outra cerimônia como Evocação, Invocação, Iniciação e todos os Rituais secretos devem ser realizados com o Templo "aberto". Também no caso de Iniciações, seus Nascimento, Morte e Casamento () devem ser feitos num Templo aberto.

Segue a cerimônia de admissão de um Neófito aos Mistérios sendo realizada antes de ser impô-lo um Ordálio.]

O RITUAL CHAMADO DE "PASSANDO PELO TUAT"

(Os oficiais são em Três, invisíveis são Ta-Nech para Nuit, Bes-n-Maut para Hadit. Então surge o quarto que é Visível, o ponto mais baixo do Triângulo Vermelho da nossa Ordem, Ankh-f-n-Khonsu para Ra-Hoor-Khuit. A cerimônia serve para unir o candidato, ou o ego, como ele.

O oficial também é Tem, para abrir, Ra para fechar, Kefra para Admitir e Ahathoor para selar o grau. Ele é, assim, o Pentagrama em si mesmo,….. o Hierofante. A sua vestimenta é a do Magus descrita por Abramelin. A baqueta está na sua mão, mas a lança e a espada estão a postos. O candidato se veste como de costume, jejuado por quatro e vinte horas. Antes da admissão ele faz uma ligeira refeição. Então o oficial se aproxima e diz:)

"Salve! Salve a ti, ó Tum, que vieste do abismo das águas! Salve a ti, que brilhas com duplo esplendor, que tuas palavras sejam ditas com poder até os Khus que residem no Salão, e que …….. Triunfante adentre a sua reunião. ……… cumpriu o decreto que foi falado aos exércitos de Ra ao anoitecer; e assim que ele/ela virá como um Khu vivo no palácio da Morte; que os deuses se regozijem, um e todos, em voz alta: Salve! ……..! até mesmo quando eles dizem: Salve, Ó Ptá que ergue-se do Santo Lugar do Antigo que é Annu!"

(O candidato então se despe para ser vestido com uma mortalha. O seus pés e mão são amarrados, sua boca amordaçada e seus olhos tampados. Ele é colocado num Caixão. O oficial se aproxima depois que o caixão foi levado para um canto escuro do templo. Ele coloca um pano molhado com água consagrada nas narinas do candidato de modo a angustiá-lo.)

"Salve tu, Deus Temu, conceda-me o doce ar que está em tuas narinas!"

(O oficial libera as narinas do Candidato e expira nelas)

"Salve a ti, Ó Senhor da Claridade, na cabeça da grande Casa, príncipe da noite & da escuridão, Eu vim como um puro Khu. Minhas duas mãos estão atrás de mim e o meu destino é o mesmo dos meus antepassados! Ó dá-me tua boca, que eu possa falar por ela e guie o meu coração na hora das nuvens e das trevas!"

(O oficial libera a boca e beija-a)

"Salve a ti, Ó Ra, como Tum-Heru-Khut, tu, divino, Ó Tu que fez Teu Pai & fertilizou tua mãe! Tu, orbe primitivo, de onde todas coisas surgem.
Quando tu apareces atrás do teu Barco, homens gritam de alegria por ti, criador dos deuses! Tu espalhaste o céu por onde teus dois olhos viajam, tu fizeste a Terra ser uma vasta câmara para teus Khus, para que cada homem pudesse conhecer seus semelhantes. O barco de Sektet está feliz, e o Barco Matet regozija-se e saúdam-te com exaltação conforme tu segues viajem. O Deus Nu está contente e teus marinheiros satisfeitos. O Uraeus venceu teus inimigos & tu levas-te as pernas de Apep!"

(O oficial desamarra as pernas do Candidato)

"És belo, Ó Rá, em cada dia; e a tua mãe Nuit te abraça; te pões em beleza e teu coração se contenta quando tu ficas no horizonte de Manu, a montanha do Oeste; Os corações do Senhores do Tuat alegram-se quando envias tu luz em Amentet; Seus dois olhos estão voltados para ti!"

(O oficial remove a venda dos olhos, ilumina-os e, olhando profundamente nos olhos do candidato, diz:)

"Eles correm para ver-te; seus corações se regozijam quando te veem no final!

Tu dá ouvido aos clamores do que estão funeral; tu acabas com suas carências e afasta os males que estão nele."

(O oficial desamarra & aperta as mãos do candidato)

"Eu sou teu pai que te ergue!"

(Ele levanta o Candidato)

"Tu dá o alento às suas narinas, e eles apoderam-se dos arcos da tua Barca no horizonte de Manu. Tu és belo todos os dias, Ó Rá! Possa tua mãe Nuit abraçar…… vitorioso! "

(O oficial desprende a mortalha e abraça o Candidato

Os oficiais deixam o Candidato e circulam o templo 11 vezes no sentido anti-horário cantando a canção 'Assim como os traidores respiram… ')

(Ele então se aproxima do Candidato e diz:)

"Repita depois de mim: eu que nada sou nego tudo o que eu fui; eu que nada sou afirmo tudo o que serei. Eu juro que, com Nuit sobre mim e Hadit dentro de mim, eu sou Ra-Hoor-Khuit! E benção e adoração à Besta, o profeta da amável Estrela!"

(O oficial tira o símbolo de 666 do altar, marca o Candidato na testa, no coração e na cabeça. O oficial então circula o templo 11 vezes recitando:)

"Eu sou a cinta no robe do deus Nu (aqui o candidato usa um robe específico) que brilha e verte luz no que está em seu peito, levando luz para as trevas, trazendo paz aos dois deuses que estão em guerra no seu coração.

Meu é o poderoso feitiço que ergue aquele que estava caído.

Eu tomei posse do Senhor das Trevas; eu resgatei o olho do Sol.

Eu trouxe Thoth e fiz até as escalas da balança.

Minha é a Coroa-Ureret; Maat está no meu corpo; suas bocas são de turquesa e cristais de rocha; meu lar está entre os buracos das lapis-lazúli: eu sou aquele que verte luz nas trevas: As trevas são feitas de luz e brilham por mim.

Eu dei luz nas trevas.

Eu derrubei os devoradores.

Eu cantei louvores aos que habitam as trevas.

Eu levantei os que choram, que esconderam seus rostos e afundados em pesar e eles olharam para mim.

Salve, pois eu sou Aquele cuja voz é silêncio.

Eu abri o caminho; eu fiz luz das trevas; eu vim, depois de ter feito um fim nas trevas, que tornou-se luz de fato."

(As luzes estão todas acesas. O candidato é levado do Templo para o…. do barco. O barco tem 7 côvados de comprimento. É de porcelana verde com um dossel pintado com um céu de estrelas consagradas. Na proa está o Disco dourado de RA e com a sua imagem. O oficial diz:)

"Os caminhos que estão acima são colocados em descanso….. Salve a ti, grande deus que está em teu barco, leve-me para o teu barco. "

(O candidato coloca o candidato no barco)

"Eu entrei no barco e eu navego comandado por Rá.

(Cobre-se o barco com a abóbada celeste)

"Voltai, ó serpente que habita o Fogo, que detém o meu barco. Voltai para o céu, pois o que trago na mão está pronto.
Levanto-me do lugar da contenção; o barco avança atento ao teu caminho; tua cabeça está coberta enquanto eu navego sobre o céu.

Eu sou aquele que eleva a força; eu vim, eu me tornei o mestre das serpentes de RÁ quando ele se colocou na minha visão, ao anoitecer eu giro pelo céu, mas tu estás acorrentado com os grilhões demandados por Rá.

Eu, mesmo eu, guio o….. com o qual Apep é rechaçado e eu conheço as almas divinas do Oeste: Tum e Sebek o senhor de Baklan e Hathoor a dama da Noite."

(O barco avança:)

"Eu, mesmo eu, conheço o portão oriental do céu de onde vem RÁ com um vento favorável. Eu sou o timoneiro da Barca eterna; eu conheço dos dois plátanos de….. entre os quais o próprio RA mostrou-se. Eu, mesmo eu, conheço as almas divinas do Leste, Heru-khuit e o bezerro da Deusa Khera, o Brilho da estrela matutina."

(O bote avança para o primeiro Pilone)

"Voltai! Voltai, tu crocodilo Sui!
Tu não avançarás em mim pois eu vivo pelas palavras mágicas da minha boca."

(O barco circula o Templo no sentido horário, deixa-o & novamente, volta-se para o Pilone. O mesmo para cada enunciado.)
"Meus dentes da frente são como facas & minha mandíbula são como aqueles que habitam ao Monte do Terror! "

(Círculo)

"Salve tu que senta com teus olhos nas minhas palavras mágicas"

(Círculo)

"Tu não me levarás embora, Ó serpente Rerek, e não avançarás em mim! Aquieta-te e tu comeras a cuba da abominação até Ra! Tu triturarás a Lesma!"

(Círculo)

"Afasta-te de mim, Aphast, pois tens lábios que roem! Pois eu sou Khnem, o Senhor de…. Peshemu…. Eu trago as palavras dos deuses de RA. "

(Círculo)

"Salve a ti, duas Deusas Rekht, irmãs gêmeas."

(Círculo)

"Salve, duas deusas Mert, Eu trago uma mensagem a você relativa às minhas palavras mágicas. Eu brilho do barco de Sektet.

Eu sou Ra-Hoor-Kaa, o sol de força e luz. "

(Círculo)

"Voltai, vá para trás demim, Ó Apep!
Afasta-te do divino lugar do nascimento de Ra, onde está a Casa do teu Terror!

Eu sou Ra, terrível e triunfante.
Ra se põe, Ra se põe; Ra é forte no poente.
Apep caiu; Apep, o inimigo de Ra, foi derrotado."

(Círculo)

"Voltai, Hai, impuro, abominação de Asar!
Tahuti corta a tua cabeça e eu o mato e espalho-te em pedaços. Vá para trás do barco Neshuet, como um vento justo Ra navegou pelos próprios céus. "

(Círculo)

"Ó tu Cetro da alegria! Que eu não seja ferido por nada; nem por homem nem por deuses nem pela santa morte, nem pelos mortos violentamente, nem por aqueles dos tempos antigos, nem por qualquer mortal, nem por qualquer alma humana!"

(Círculo)

(O barco entra no templo e circula-o, mas não sai; ele é levado para o centro e a cobertura removida)

"Meu cabelo é o cabelo de Nu!
Minha face é a face do Disco!
Meus olhos são os olhos de Hathor!
Meus ouvidos são os ouvidos de Apu-t!
Meu nariz é o nariz de Kheuti Khas!
Meus lábios são os lábios de Anpu!
Meus dentes são os dentes de Serget!
Meu pescoço é o pescoço de Asi!
Meus ombros são os ombros de Ba-neb-Tahtu!
Meus braços são os braços de Neith!
Minha espinha é a espinha de Sati!
Meu falo é o falo de Asar ou minha kteis é a kteis de Asi!
Meus tendões são os tendões dos Senhores de Keraba!
Meu peito é o peito do poderoso e terrível!
Minha barriga e costas são a barriga e costas de Sekhet.
Minhas nádegas são as nádegas do Olho de Hoor.
Meus quadris e pernas são os quadris e pernas de Nuit!
Meu pé é o pé de Ptá!
Meus ossos são os ossos dos Deuses vivos!
Não existe parte do meu corpo que não seja parte de algum Deus!

(O oficial, que tocou cada parte do corpo do candidato ao citá-las, com a sua baqueta levanta-o do barco o abraça e beija a sua testa. Então em alto tom:)

"ABRAHADABRA, eu recebo-te na Ordem de Thelema!"

www-wwwww-www (Ele bate)

(O barco é retirado. O candidato ajoelha no altar, enquanto o oficial realizar a "GRANDE INVOCAÇÃO" do seu trono)

(Então eles caminham em volta do templo onze vezes no sentido anti-horário, o braço esquerdo do oficial ao redor da cintura do candidato e o braço direito do candidato ao redor da cintura dele. O oficial fala conforme eles andam:)

"Eu sou uma andorinha! Eu sou uma andorinha! Eu sou o escorpião, a filha de Ra.
Salve a ti chama cujo perfume é doce!
Salve, ó deuses, cujo perfume é doce!
Salve a ti Senhor da cidade; estenda a tua mão para mim,
que eu avance com minhas noivas, pois o meu discurso é de grande alegria.
Abra as portas para mim e eu direi as coisas que eu vi!
Hórus tornou-se o Príncipe divino do Barco do Sol;
a ele foi dado o nome do seu pai, Osíris.
Eu estendi meus braços à palavra de Osíris; eu entrei, eu sou justificado, eu saí digno do portão.
Eu sou puro no palácio da passagem das almas;
Eu destruí o mal que agarrava-se em meus membros sobre a terra.
Salve, vós Falcões gêmeos sobre seus pináculos, vós que guardais o portão do abismo, pois eu sou feito como vós!
Eu sou aquele que sai durante o dia.
Eu passei pelos caminhos ocultos, sim…….. Eu sou Aquele, o Espírito Inascido, que tem Visão nos pés, forte e o fogo imortal!
Eu sou Ele, a Verdade!
Eu sou Ele, que odeia o mal sendo feito no mundo!
Eu sou Ele que relampeia e troveja.
Eu sou Ele que é o banho de vida da Terra.
Eu sou Ele cuja boca sempre flameja!
Eu sou Ele, o gerador e manifestador da luz.
Eu sou Ele, a graça do Mundo!
O coração cingido com uma serpente é o meu nome!"

(Eles vão para o Trono)

"O meu lugar, O meu Trono, vinde a mim! e esteja Tu ao meu redor!"

(Ele senta o candidato no seu Trono)

"Eu sou tu Senhor, Ó Deuses, Vinde e tome o teu assento na minha comitiva!"

(Os oficiais prostram-se ante o Candidato e o reverenciam)

(O oficial levanta-se e pega a sua lança ao lado do candidato. Ele toca com ela a marca de 666 e diz:)

"Assim como esta marca não deve ser apagada do teu corpo, assim esta iniciação não será apagada da tua alma!"

(Os oficiais então levam-no do Trono e o convidam a permanecer junto ao altar enquanto o fechamento é feito. Depois, ele(a) tem a permissão de entrar no recinto da Santa Casa para um banquete e comportarem-se amigavelmente com ele)

(Fim)

"Seus pais se alimentaram do maná no deserto e morreram."

Tradução: Frater Keron-ε

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